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Mobidisc®
PRÓTESE DO DISCO LOMBAR
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PONTOS E COMENTÁRIOS IMPORTANTES
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● Durante o planejamento pré-operatório, solicite ao
radiologista que realize uma varredura para medir a
placa vertebral inferior do espaço onde a prótese será
encaixada. Assim, o tamanho da prótese a ser usada
pode ser planejado com antecedência. Em seguida, a
dimensão ântero-posterior da placa vertebral será
configurada durante o procedimento cirúrgico por
meio da medição direta com um “Medidor de profundidade”.
● Durante a medição da profundidade, não considere
os osteófitos anteriores. Se houver algum osteófito,
recomenda-se raspá-los no início do procedimento
cirúrgico.
● Não é necessário remover todo o tecido anular
lateralmente; remover apenas o espaço
correspondente ao local da prótese já é suficiente. A
manutenção das camadas anulares laterais aumenta
o controle pós-operatório da rotação. |
● No plano transversal, a centralização é orientada pelo
“Parafuso de referência”, que é posicionado e
controlado por supervisão radiográfica no início do
procedimento cirúrgico.
● Ao encaixar o “Guia”, é importante inseri-lo
paralelamente à placa vertebral inferior; se estiver
inclinado, o “Guia” e a prótese podem causar
penetração subsequente na parte posterior da placa
vertebral. Essa inserção é orientada pela visualização
direta da placa vertebral inferior. Se a placa vertebral
apresentar irregularidades ou deformações, ajuste-a.
● Para cada dimensão da placa vertebral e para cada
tamanho de prótese, um gráfico fornecido pela LDR
Médical informa a distância de ajuste dos “Cinzéis” e
“Impactores”, de forma que a aresta posterior da
prótese possa ser posicionada a 1 mm de distância
da aresta posterior da vértebra no plano
ântero-posterior. |
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Abordagem
● Abordagem retro-medial e/ou subperitoneal L5 S1
nas faces esquerda e direita
● Abordagem retro-lateral e/ou subperitoneal para L4
L5 ou L3 L4.
● Abordagem retro e/ou subperitoneal para L4 L5 S1
● Abordagem transperitoneal para L5 S1, L4 L5 ou L4
L5 S1 |
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Exposição do disco
● Utilize um retrator especial ou pinos de Steinman e
pás flexíveis |
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Fase 1
● Localize o centro da vértebra usando o
“Dispositivo de centralização” implantado
no disco, com a pá posicionada contra as
partes inferior e superior do espaço discal.
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● Verifique a centralização por
meio de raio X. |
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Fase 2
● Rosqueie o “Parafuso de referência” no
corpo vertebral em relação ao dispositivo
de centralização usando o “Suporte do parafuso de referência”.
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Remova o “Dispositivo de centralização”. |
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Fase 3
● Posicione os diferentes “Modelos de largura”,
centralizados no “Parafuso de referência”, a fim
de determinar a largura máxima disponível para a
prótese.
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Escolha o tamanho ideal da prótese
dentre os tamanhos disponíveis
(conra a folha de implantes) |
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Fase 4
● Disseque o GLVCA EM RETALHOS DUPLOS presos por
fios para possível
reconstituição.
● Separe o disco das partes inferior e superior do espaço discal usando o
“elevador de Cobb”.
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Fase 5
● Inicie a ressecção do disco usando um
bisturi, um cortador e o “raspador Mobidisc®”, removendo quase todo o
tecido discal.
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Fase 6
● Encaixe o “Distrator bilateral” face à vértebra usando
o “Fórceps de distração”. Essa distração permite que
a ressecção discal seja recuada em direção ao canal
até que o GLVCP esteja visível.
● Distração paralela das placas na altura do disco.
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OBSERVAÇÃO:
Durante a distração, se a
flexibilidade das pinças do fórceps
impedirem a abertura correta do diedro posterior, um calibrador pode ser inserido
entre as pinças sobrejacente e subjacente em um dos lados do distrator bilateral. O
diedro posterior pode, assim, ser aberto por meio de impactações sucessivas, e a
distração paralela das placas paralelas será obtida.
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Fase 7
● A liberação pode ser feita lateralmente, mantendo a distração com o
uso do “Distrator unilateral” à direita e, em seguida, à esquerda, a
fim
de liberar o local da dissecção e obter uma boa visualização lateral.
● No entanto, caso não haja osteófitos laterais, não é necessário
remover todo o tecido discal. A preservação das paredes laterais pode
ser uma boa forma de evitar o risco de ossificação periprotética.
● O diedro posterior pode ser amplamente exposto até que o GLVCP
esteja visível. Se a aresta posterior da placa vertebral estiver
excessivamente projetada (anatomicamente ou devido a um osteófito),
deve ser excisada.
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Fase 8
● Meça a dimensão ânteroposterior
da placa inferior
posicionando o gancho do
“Medidor de profundidade” no
canal atrás da aresta posterior do
disco.
● Primeiro, limpe completamente
a aresta anterior da placa
vertebral (remova os osteófitos
e tecidos fibrosos) de forma a
não falsear a medição.
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Determine o ajuste do “Cortador de quilha” e
do “Impactor” seguindo as instruções
fornecidas no gráfico “Ajuste do instrumento” |
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Fase 9
● Posicione os diferentes “Calibradores” no centro
da montagem, nivelados ao canal medular.
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Determine a altura total
adequada da prótese de
acordo com a estabilidade
obtida.
●
Determine a altura do
inserto móvel
correspondente usando o
gráfico “Opções de inserto
móvel”, de acordo com o
tipo de placa inferior
escolhido (0°, 5° ou 10°). |
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Fase 10
O tamanho das placas e a altura do inserto móvel já são conhecidos.
● Usando o “Suporte do guia”, posicione o “Guia” correspondente à altura
total da prótese escolhida (utilizando o “Parafuso de referência” como
orientação) em torno do “Calibrador”, face ao corpo vertebral.
● Remova o “Calibrador”.
● É essencial verificar a posição do “Guia” (centralização) por meio de um
raio X com intensificador de imagem.

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Importante: Certifique-se de permanecer no plano do disco paralelo à placa vertebral subjacente, de
forma que o “Guia” esteja sempre perfeitamente centralizado nos planos transversal e sagital. |
Se a operação estiver sendo realizada corretamente, o “Guia” estará perfeitamente centralizado nos planos sagital e transversal.
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Fase 11
● Selecione e ajuste o “Cortador de quilha” correspondente ao tamanho e altura
total da prótese escolhida (consulte o gráfico “Ajuste do instrumento”).
Observação: O ajuste recomendado permite que a aresta da prótese seja
posicionada a 1 mm de distância da aresta posterior da placa vertebral.
● Posicione o “Cortador de quilha” nas ranhuras de orientação do “Guia”.
● Seccione as ranhuras nas placas vertebrais por impactação até que o
“Cortador de quilha” tenha entrado em contato com o “Guia”, formando
assim os sulcos para inserção das barbatanas de ancoragem.
● Remova o “Cortador de quilha”.
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Fase 12
Montagem da prótese:
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● Encaixe a quilha ajustável usando o
“Impactor de quilha”.
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● Introduza e prenda o inserto móvel
na placa inferior.
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Fase 13
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● Insira a prótese no "Guia" usando o
"Suporte para prótese".
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Fase 14
● Selecione e ajuste o "Impactor" correspondente ao
tamanho e altura total da prótese escolhida (consulte o
gráfico “Ajuste do instrumento”).
Observação: O ajuste recomendado permite que a aresta
da prótese seja posicionada a 1 mm de distância da aresta
posterior da placa vertebral.
● Utilize o “Impactor” até que ele entre em contato com o
“Guia”, depois posicione a prótese corretamente.
● Remova o “Impactor”, o “Guia” e o “Parafuso de referência”. |
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Fase 15
A prótese está introduzida.

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O GLVCA pode ser suturado na porção frontal da prótese a
fim de induzir uma cicatrização fibrosa anterior mais rápida. |
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